Meu livro infantil
Arvorando, saindo do casulo... 198
estava voltando...agora tenho que sair de novo, voar!!
Arvorando, saindo do casulo... 198
estava voltando...agora tenho que sair de novo, voar!!
A carta da morte numa jogada apareceu para mim, no mesmo dia um sonho de um bebê que conversava com inteligencia de um adulto surgiu na noite... Na semana esse renascer aconteceu, medos foram expostos e já percebidos a um tempo, me faltava alguém para dizer o que sabia que estava acontecendo. Já sabia e durante o ano todo estava minguando de tal forma que não me sentia mais capaz, ou util a vocês, no fundo para mim mesma. Entrei num labirinto que parecia não ter saida, me perdi de tal forma que não havia mais esperanças, mas caminhando pude perceber mais de mim e menos do mundo, então notei o quanto sou sombra e luz, que sou chata, rude, mas também leveza, que sou mais ao tom da minha voz, dita para alguns em voz miuda e para outros com agressividade, sou pulsar ardente do meu coração e olhar, olhos de aguia herdada da minha cigana Paloma, a qual sempre me acompanha, quando escrevo, e ao que sinto no dia a dia, sinto sua presença quando minhas mãos queimam e meu coração me chama, já não existe nesse momento racionalidade, mas meu instinto/ intuição, o meu pulsar e minha verdade. Sou ciumenta e tantas vezes me perdi em pensamentos com esse sentimento, cuido do que é meu com firmeza, mas não prendo para matar, te quero livre da mesma forma que me quero livre... Sou como o vento, leve, mas forte quando preciso. Sou vulcão que precisa de uma chaqualhada para jorrar tudo que tenho dentro de mim, eu sei que o sou e o que tenho, mas se encontrava adormecido. Já me disseram uma vez " Você é a sombra gigante que a vela se forma, da sua propria sombra, você é gigante". Sou dualidade, e hoje consegui entender e aceitar isso em mim, não existe o perfeito, existe em mim a essencia, a qual estava muito mais ligada, e também a força, ligada a terra, do touro que sou, do planeta, do meu corpo. Sou regida a Venus duas vezes e a lua... Sou filha de Afrodite, e quantas vezes na minha caminhada ela apareceu... Antes era apenas a Renata, uma menina que não sabia do mundo e tinha um medo enorme dele, depois me formei a Renata Pilger a menina, mulher, escritora e guerreira, ao que passa pelas suas mãos, suas palavras em flores se formam poesias e textos, de suas reflexões, do seu olhar singelo da vida, depois nasceu a Esmeralda Kalim, a menina cigana, escondida a 7 chaves, no veu negro, nem sabendo da existencia do povo de sua origem, mas que desde pequena sentia em si a essencia do que realmente era, foi então que percebeu que tudo que antes não se encaixava se encaixou, o mundo fez sentido a partir do momento em que soube a verdade, não foi como descoberta, foi o despertar, pois tudo já estava ali. Então ao passar por tantas coisas... a dor, o amor, respeito, o crescimento, tudo se ramificou, como num jardim, as flores começaram a nascer e florir, muitas vezes secar, mas renascer de novo assim como é a vida, e nesse renascer percebi que estou pronta para um novo caminho. Um novo Eu. Quando pequena.... via fantasmas, mas tambem fadas e sereias, adorova olhar as nuvens do ceu, e seu formato, lembro de um dia do ceu laranja e o formato das nuvens...
Enquanto ela olhava da janela do ônibus cada árvore passando, o pasto e cavalos que sumiam em instantes pelos prédios da cidade, pensava o quanto queria chegar em casa, algo nela tinha mudado depois de tudo que passará e agora percebe o novo bem próximo e que dessa vez ela é capaz, suas mãos esperavam ansiosa uma caneta e papel... Seu plano e objetivos estavam a se realizar daqui pra frente. Agora com novo olhar, diferente de antes que não sabia onde estava pisando, ela sabia agora o processo a seguir, o que tinha que fazer.
Muitas vezes a sua intenção, não consegue atingir a todos.
como se não sentisse, ou mesmo sentisse demais cada momento... É como se eu fosse real, ou tão sublime das instante que se torna tão pouco, veio as pessoas e em comportamentos as percebo mais do que gostaria, começo a observar o que está em volta e a mim mesma, e não consigo ver verdade total ao que vejo... Será que é apenas meu olhar, ou a verdade? Em parte acredito, é apenas meu olhar ao que o mundo representa pra mim e sei que para todas essas pessoas cada instante está sendo único, vivenciado, as vezes meio que "preocupado" ao que está acontecendo simplesmente... Fecho os papéis, mas não consigo me encaixar a isso....
Compreender é o todo: inconsciente, compreendemos que estamos na sala de aula, mas não entendemos ou seja significamos, seja onde estamos, ou algum acontecimento.
Entender: é saber a mais, pensar, refletir, é consciente
Aula Feno Mauricio